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Os psicólogos explicaram que estes traços de carácter são mais comuns nas pessoas que têm este hábito
O hábito de não fazer a cama de manhã parece uma coisa pequena e sem significado. Mas os psicólogos estão convencidos de que mesmo estas acções diárias insignificantes podem dizer muito sobre uma pessoa, a sua forma de pensar e as suas atitudes na vida. Curiosamente, este hábito não é de todo um sinal de preguiça ou desorganização, em muitos casos tem raízes psicológicas mais profundas. Dizemos-lhe quais são os principais traços de carácter mais frequentemente encontrados naqueles que, consciente ou intuitivamente, deixam a cama por fazer.
O que é que as pessoas que não fazem a cama de manhã têm em comum?
- Pensamento criativo e pensamento fora da caixa. Os psicólogos observam que as pessoas que não cumprem rituais domésticos bem definidos têm frequentemente um espírito criativo. Estão mais interessadas nas ideias, na inspiração e na liberdade interior do que no cumprimento mecânico das tarefas. Essas pessoas vivem mais por interesses e projectos do que por rotinas.
- A capacidade de não desperdiçar energia em ninharias. As pessoas que não fazem a cama têm frequentemente uma capacidade bem desenvolvida de definir prioridades. Não investem conscientemente tempo em coisas que não lhes trazem benefícios tangíveis ou alegria. Por outras palavras, são pessoas que não se dispersam, mas que se concentram no que é importante.
- Independência e liberdade. Deixar a cama por fazer pode ser uma pessoa que vive segundo as suas próprias regras e não segundo as expectativas dos outros. Estes indivíduos são menos susceptíveis à pressão social, não perseguem o “correto” e têm um pensamento independente. O conforto e o sentido de si próprio são importantes para eles, não os padrões externos.
- Uma tendência para o caos ligeiro que estimula o pensamento. Um pouco de caos ajuda-as a atenuarem-se. Em psicologia, chama-se a isto “desordem criativa”, que não interfere, mas antes ativa o cérebro.
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