Todos os anos, nas estufas, acontece a mesma coisa: poderosos arbustos de tomate carregados de frutos caem sob o seu próprio peso, partindo os caules e privando os proprietários da colheita.
O cordel esmaga os delicados caules, os nós escorregam e toda a estrutura se desmorona no momento mais crucial, quando os tomates já estão a começar a ficar vermelhos, relata o correspondente da .
O segredo da liga ideal não está no material, mas no nó, que é utilizado pelos horticultores profissionais, e que se chama laço livre.
Este tipo de nó não aperta o caule, deixando um espaço para o crescimento e o engrossamento, mas mantém a planta firmemente na vertical.
O nó é feito simplesmente enrolando fio à volta do caule e atando-o de modo a deixar um centímetro de espaço entre o nó e a planta.
À medida que o caule cresce, torna-se mais espesso para preencher o espaço, mas o nó não corta a casca nem interfere com o fluxo de seiva, como acontece com os laços apertados.
A ligadura deve ser feita imediatamente após a plantação de plântulas, sem esperar que os arbustos caiam, e então é muito mais conveniente formar a planta.
A extremidade superior do fio também é presa à treliça com uma reserva, para que se possa baixar o caule à medida que cresce, e então a estufa transforma-se numa horta modelo.
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