Especialistas em longevidade revelaram que não só a quantidade de sono, mas também a estabilidade dos padrões de sono afectam a esperança de vida, a tradução do artigo da Focus foi feita por aif.ru.
A análise revelou que aqueles que seguem a chamada regra do sono 7:1 têm menos probabilidades de enfrentar o risco de morte prematura e podem viver até quatro anos mais do que o habitual. A essência da regra é simples: dormir aproximadamente sete horas todas as noites e ir para a cama no mesmo período de tempo, com um desvio de não mais de uma hora, pelo menos cinco vezes por semana.
Isto ajuda a “incorporar” um ritmo biológico interno e melhora o funcionamento das hormonas, do metabolismo e do sistema imunitário. Os especialistas explicam que um horário de sono variável – como fins-de-semana tardios e dias de semana cedo – actua como um “jetlag social” no corpo, perturbando o ritmo natural e aumentando o risco de problemas de saúde, desde a fadiga às doenças cardiovasculares.
Para aplicar a regra na vida quotidiana, os médicos aconselham que se estabeleça uma hora de levantar fixa, mesmo aos fins-de-semana, que se reduzam as luzes e os ecrãs brilhantes antes de deitar e que se evite a cafeína algumas horas antes de deitar.
O que importa não é a precisão perfeita, mas a regularidade – mesmo pequenas melhorias nos padrões de sono podem ter um efeito significativo na saúde e na qualidade de vida, concluem os especialistas.
