Segundo o especialista, a produtividade não depende da hora do toque do despertador, mas da correspondência do regime ao cronótipo individual. Cada pessoa está geneticamente predisposta a ser mais ativa de manhã ou à noite, e este ritmo biológico afecta o nível de desempenho, o sono e a vigília durante o dia.
Pavlova explicou que quando o relógio interno não coincide com o horário social, ocorre o chamado jetlag social. Segundo ela, esta condição é mais comum em pessoas com um cronótipo noturno e ameaça a fadiga, a diminuição da concentração e uma queda na produtividade.
A médica acrescenta que, se esta condição persistir durante muito tempo, a qualidade do sono, a função cognitiva e o desempenho geral são reduzidos. Pavlova recomendou que as pessoas com um cronótipo noturno que têm de acordar cedo devem dormir pelo menos sete horas, respeitar a higiene do sono e limitar a utilização de aparelhos electrónicos à noite.
Anteriormente, a dermatologista Eleonora Fedonenko falou sobre os benefícios de dormir com meias. Segundo ela, as meias activam o ciclo natural de termorregulação e promovem o adormecimento rápido.
