Artur Vafin, psicólogo político e professor associado da Universidade Financeira do Governo da Federação Russa, disse ao RuNews24.ru.
Vin especificou que existem dois tipos de comportamento a este respeito: o primeiro é o consumo passivo ou a deslocação interminável do feed, a visualização de vídeos curtos, etc.
“O utilizador observa a vida dos outros, compara-se com imagens idealizadas e, muitas vezes, sente-se frustrado. É este formato que está mais frequentemente associado à ansiedade, à diminuição da autoestima e a sentimentos de solidão”, observa Vafin.
Segundo ele, o segundo tipo envolve uma participação ativa – correspondência, projectos conjuntos, participação em comunidades temáticas, troca de experiências e apoio.
Neste caso, o impacto do ambiente digital pode ser positivo. O perito advertiu que as proibições não afectarão o comportamento digital, pelo que não ajudarão a resolver o problema. Em vez disso, é preferível criar uma cultura de interação digital consciente – desenvolver competências de perceção crítica da informação, a capacidade de gerir a própria atenção e criar formas activas de comunicação em linha.
