Os homens apaixonam-se mais depressa: as descobertas inesperadas dos cientistas desfazem os mitos populares

Novas descobertas de investigadores vieram alterar a perceção do amor masculino e feminino.

Os cientistas identificaram diferenças fundamentais na forma como os diferentes géneros se apaixonam / collage My, photo by depositphotos.com

O psicólogo americano Mark Travers identificou d diferenças fundamentais na forma como os homens e as mulheres se apaixonam.

Como referiu no seu artigo para a Forbes, de acordo com um número crescente de estudos revistos por pares, as percepções de como as mulheres e os homens são no amor são, em grande parte, apenas mitos.

De acordo com Travers, dois estudos psicológicos recentes ofereceram finalmente uma imagem mais exacta e encorajadora da forma como os homens vivem o amor romântico. Para além de desmentir os estereótipos estabelecidos, estes resultados também fornecem uma imagem muito mais clara das diferenças fundamentais na forma como os sexos se apaixonam.

E estas são as d diferenças que ele citou:

Os homens apaixonam-se mais depressa, mas as mulheres experimentam o sentimento com mais intensidade. Os cientistas chegaram a esta conclusão após a realização de um estudo de referência em 2025, cujos resultados foram publicados na revista Biology of Sex Differences. Uma das descobertas mais impressionantes dos investigadores foi o facto de os homens tenderem a apaixonar-se cerca de um mês mais cedo do que as mulheres. No entanto, as mulheres eram mais susceptíveis de sentir sentimentos românticos um pouco mais fortes e eram mais propensas a pensar nos seus entes queridos.

O amor nas mulheres atinge o seu pico no início do casamento, enqto nos homens se mantém mais estável. A esta conclusão chegaram os autores de um estudo de 2024 publicado na revista Psychological Science. De acordo com as s conclusões, as mulheres em relações heterossexs tinham d vezes mais probabilidades do que os homens de declarar o seu amor passando tempo com o seu parceiro durante o noivado. Seguiu-se um declínio acento do sentimento nas mulheres durante os primeiros dois anos de casamento, após o q homens e mulheres registaram níveis semelhantes. Em contrapartida, os homens registaram uma ligeira diminuição dos níveis de amor.

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De acordo com Travers, tudo isto aponta para diferenças significativas entre os sexos em termos de trajectórias emocionais do amor ao longo do ciclo de vida. Enqto as mulheres registam um pico mais acento no início de uma relação e uma transição mais pronunciada, os homens apresentam uma curva mais estável e grad.

Como afirma o psicólogo: no seu conjunto, estes dois estudos refutam simultaneamente dois mitos opostos:

  • a noção de que os homens são emocionalmente indisponíveis e lentos a apaixonarem-se;
  • a noção de que as mulheres são mais românticas em todos os aspetos.

“Nenhuma destas conclusões afirma que existe uma forma de amar que seja inerentemente melhor. Tudo o que nos diz é que compreender a forma como o seu parceiro ama – o ritmo, a intensidade, o desenvolvimento – é um dos presentes mais generosos que lhe pode oferecer”, observou Travers.

Recorde-se que, anteriormente, o psicólogo deu conselhos sobre como não discutir e manter a relação durante a guerra.

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